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Mulher morta por assaltantes em Palmas teria reagido, diz polícia

27/09/2018 21h18 | Atualizado em: 27/09/2018 21h55

Divulgação A empregada doméstica Leidiene Pacheco da Silva, de 35 anos, morreu depois de ser baleada em um assalto no Jardim Aureny III, na região sul de Palmas

REDAÇÃO
REDE TO


A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa está investigando a morte de uma empregada doméstica, ocorrida na noite desta quarta-feira, 26, durante um assalto em Palmas. Leidiene Pacheco da Silva, de 35 anos, foi assassinada com um tiro, por volta das 22 horas, na rotatória entre as avenidas H e D, no Jardim Aureny III, na região sul da capital. 

De acordo com testemunhas, a mulher retornava de moto para casa depois de visitar uma tia, quando foi abordada por dois criminosos que a estavam seguindo. A dupla exigiu que a doméstica entregasse a motocicleta, mas, segundo o delegado Israel Andrade, da DHPP de Palmas, a vítima reagiu e acabou sendo baleada com um tiro à queima-roupa. O disparo atingiu o tórax da empregada, que morreu no local. 

Depois do crime, os assaltantes fugiram levando a bolsa da vítima com o celular dela. Eles não conseguiram roubar o veículo. 

A REDE TO recebeu informações extraoficiais dando conta de que os dois homens tinham sido presos nesta quinta-feira, 27. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) ainda não confirmou a prisão da dupla, mas enfatizou que as investigações estão avançadas e os suspeitos devem ser identificados em breve. A Polícia Civil (PC) trabalha com a hipótese de latrocínio, que é o crime de roubo seguido de morte. A pena pode chegar a 30 anos de reclusão. 

O corpo de Leidiene foi examinado no Instituto Médico Legal (IML) de Palmas e liberado para sepultamento. O velório e enterro acontecerão na capital. A empregada doméstica deixa três filhos, de 18, 13 e 7 anos. Segundo familiares, essa não foi a primeira vez que a mulher tinha sido assaltada. "Nós esperamos que a justiça seja feita", afirmou o irmã da vítima, Romildo Pacheco. 

Segundo moradores da região, vários roubos já ocorreram na rotatória. Eles reclamam da falta de segurança e cobram mais policiamento. 


 

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