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Estado

TRE confirma Mauro Carlesse e Kátia Abreu nas eleições de junho

Ao todo, tribunal deferiu o registro de quatro candidatos e negou de dois

16/05/2018 15h38 | Atualizado em: 17/05/2018 16h57

Fotomontagem REDE TO O governador interino Mauro Carlesse (PHS) e a senadora Kátia Abreu (PDT) poderão concorrer nas eleições suplementares do dia 3 de junho para governador

REDAÇÃO
REDE TO


O Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins deferiu, nesta quarta-feira, 16, os registros das candidaturas a governador de Mauro Carlesse (PHS) e Katia Abreu (PDT), e indeferiu o pedido formulado pelo PSOL, declarando-o inabilitado para concorrer nas eleições suplementares de 3 de junho. 

O TRE decidiu impedir o PSOL de participar do pleito por causa de irregularidades na prestação de contas do partido em 2015. 
Iniciado nesta quarta, o julgamento do registro de candidatura para governador de Mario Lúcio de Avelar e para vice de Mayst Marcos de Sousa Santos foi adiado para a próxima sessão, na sexta-feira, 18, último dia de julgamento dos registros. 

Sobre as candidaturas de Mauro Carlesse e Wanderlei Barbosa (PHS), o tribunal rejeitou o argumento de que a coligação deles, a "Governo de Atitude", tenha realizado o registro fora do prazo legal. Desse modo, ambos estão aptos a concorrer no pleito. Carlesse disputa o cargo de governador e Wanderlei o de vice. 

Já a candidatura de Kátia Abreu era questionada porque ela não cumpriu o prazo de filiação partidária de seis meses e também porque não deixou a presidência da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet) no prazo legal de quatro meses. Os juízes do TRE não concordaram com esse argumento, adotando a tese de que estes prazos não valem para eleições suplementares. 

Candidatos

Ao todo, sete nomes foram apresentados para concorrer ao cargo de governador nas eleições suplementares. Além da senadora Kátia Abreu e do governador interino Mauro Carlesse, o jurista Márlon Reis (REDE) e o senador Vicentinho Alves (PR) também tiveram os registros de candidatura deferidos. Já o ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha, assim como o procurador da República Mário Lúcio Avelar, foi barrado pelo TRE. Ambos vão recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral. O registro de candidatura do empresário Marcos Souza (PRTB) ainda não foi julgado. 

O pleito de 3 de junho foi convocado após a cassação pelo TSE dos mandatos do governador Marcelo Miranda (MDB) e Claudia Lelis (PV). 


 

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